quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Capítulos intensos do livro da vida.



Não podia deixar de comentar um post que li hoje, no meio dos meus alfarrábios e indicado no Twitter por um de meus follows.

Tenho que admitir que mesmo amante das palavras, encontro certa dificuldade em desplugar e mudar a freqüência. Minha mente é hiperlinkada, os assuntos emendam uns com os outros e, ao final do dia, a realização por conseguir me manter imune ao barulho, as piadas sem graça e, por vezes maldosas, é fruto de muuuuuuuito treino.

Sou chamada “carinhosamente” de autista. Rótulos sacais...

Para quem não conhece Sophia, parte de mim e batizada pelo nome que tem certa história – isso fica para depois – saiba que ela sempre se imagina em uma bolha azul, impenetrável, que faz com que a sua concentração e foco ultrapassem os limites de sonorização e do papo besta [detesto papo inútil].

Semelhante aos filtros do Adwords e GA, Sophia, por amor pelo que resta de sua sanidade mental, consegue manter uma proteção auditiva e só ouvir o que realmente vale à pena [naquele momento, claro!]

Foi bom acessar o post "De como amei cada uma de vocês" do nosso colega blogueiro e teresinense , até então por nós desconhecido, que atende pelo nome de Pedro Jansen.

Mesclando sutileza e a racionalidade comum aos seres de três pernas [pf, aceite como um elogio] nosso desconhecido conseguiu definir carinhosamente que estamos todos na mesma “vibe” e que, bem ou mal, estamos com maturidade recriando a época do amor livre, o amor que existe enquanto dura, sem rótulos, gostoso, leve e que pode, ou não, ser só por hoje, só por cinco minutos... Mas que seja inteiro, intenso e seguindo naturalmente o seu rumo.

Identificação total. Demorei para perceber isso, mas a arte de ser inteiro deve existir independe do tempo e do momento existente.

Aproveitem o momento amigas. Que sejam eternos enquanto durem. Essa magia é o suficiente. O melhor que vocês podem oferecer um ao outro, são atitudes simples, porém intensas.

O amanhã? Fruto do hoje.
Cansei de brincar de Nostradamus, por ora não desço pro play.

Vamos fluir por inteiro, seja por uma noite, duas semanas, cinqüenta anos. Com a certeza de que um capítulo do livro da sua vida deu certo, da maneira que tinha de ser e até onde tinha que dar.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Reunião Balzaca: Quinta 12, Sexta 13, Sábado 14.



Uma lenda da mitologia nórdica diz que a deusa do amor e da beleza Friga se transformou em bruxa – não, não usamos vassouras como transporte - quando as tribos nórdicas e germânicas se converteram ao cristianismo e como vingança pelo abandono "Friguinha" se reunia toda sexta-feira 13, com outras 11 bruxas e o demônio, para rogar pragas aos humanos.

Hahaha.. Seriam o demônio os homens? Os Deuses astronautas? Não. Confirmando teorias anteriores nós não somos mulheres mal amadas ou frustradas. Apenas verdadeiras. Apenas falamos o que está na goela e somos espelho de milhares de outras mulheres que vivem vidas estressantes e confusas com tantas demandas em um dia que deveria ter, pelo menos, 32 horas.

Que tal ter um dia para culpar tudo que acontece de errado? Ôba! Cria-se a sexta 13. E ponto. Tudo é culpa da maldita data. Mais fácil, né? Uns dizem que a fé nasceu para tirar a falta de esperança nos homens. Os mitos e crenças podem ter nascido disso também [momento propício para quem está relendo Brumas de Avalon... rsrs].

Só sei que hoje, sexta 13, Sophia, Bia e suas inseparáveis balzaquianas depois de uma semana terrível, estressada, vão se juntar para curtir uma boa sexta-feira, que nada terá de azarada, será ótima, cheia de risadas, boas tiradas, humor e alguns encontros não tão agradáveis.

Mas estamos aí. Estufa o peito, encolhe a barriga e vamos nessa que amanhã nossos filhotes nos esperam... Para um final de semana totalmente dedicado àqueles que são parte de nós.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Quem mandou dormir no ponto?



Sensacional o Bus Slogan Generator. Quer brincar também? É só acessar, digitar o seu e mandar ver.

Faz aí e manda o link pra gente ver como ficou.