quinta-feira, 13 de novembro de 2008

On line woman



A gente adora comentário! Bem-vinda de volta, Soninha.

"Online, on time, full time, também!rs
Tô totalmente aff!
Não tô nada off... não dá!

Tempo?
Perdi até a noção, só sei de uma coisa, sempre falta tempo pra mim! Para as minhas questões pessoais. Sempre cedo meu tempo, já escasso, em prol de algo ou alguém.
Cuidar de mim?
Não dá. Não tenho tempo!

Difícil administrar tanta coisa, difícil admitir, EU ESTOU SOBRECARREGADA!

Bom é vestir a roupa de Mulher-Maravilha. Dar conta de tudo, inclusive de mim.

Descobri algo muito estranho, mais uma compulsividade. Quando saio do trabalho e entro em casa, minha 3ª ação é ligar o laptop, só perde para acender a luz e trancar a porta. E já estou eu de volta ao mundo digital. Lendo os e-mails que entraram no trajeto trabalho-farmácia-mercado-padaria-casa. E pq não, dando uma olhada em quem está on no msn.Afinal, em casa, é hora de relaxar...relaxar é dar um oi pra amiga que tbm tá linkada no mundo digital...aff...aff!

Quantas vezes me pego, dentro de um apartamento de sla e dois quartos, chamando meus filhos para o jantar, através do msn! Aff...aff...

O chique mesmo é ser off, mas enquanto eu não sou chique, sou mulher, mãe, profissional, dona de casa, administradora, enfermeira, etc, etc...tô aqui, online! Vivendo as delícias do dia-a-dia 30 horas online.

bjs

Soninha!"

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

The penis is on the table


Já tinha gente falando que a gente tá deprê demais, tp... Então pra levantar o astral (ops), vamos falar um pouquinho de amenidades (heim?).

Amigo nosso (gay) causou furor hoje na agência ao mostrar o livro de arte que viu ontem no aeroporto de Congonhas. Sim, de arte. Publicado pela poderosa Taschen, The Book chegou às livrarias em maio deste ano (não é novidade, mas pra gente ainda era inédito), depois do livro que deu origem à série*: The Big Book of Breast.

* Já imaginamos o tema do próximo volume, quem se candidata?

Que tamanho não é documento, a gente sabe e assina em baixo. Mas prova de que um pinto de respeito, 20 centímetros pra cima - e no caso são cerca de 400 fotos dos mais variados calibres -, faz a diferença (ô) é que o livro bateu recorde de pré-venda na história do site.

Taí. Já vai a dica de presente de Natal. Só não vale botar na listinha de amigo oculto da firma : )

The Big Penis Book
Hanson, Dian (ED)
Hardcover 30 x 30 cm, 384 pages
ISBN: 978-3-8365-0213-9
Multilingual Edition: English, French, German

sábado, 1 de novembro de 2008

O insustentável descarte das relações.



Borboletas-monarcas não vivem muito. Semelhante às relações contemporâneas.

Sophia cansou. Cansou de construir castelos de areia, cansou de planejar e tentar não "perder a sua essência" de inevitavelmente acreditar nas relações.

Fechou armários, gavetas e janelas e entrou finalmente em um momento de inclusão pessoal. Qual o problema nisso [vibradores existem e não olham suas celulites... rs]?

Relações são contratos de aluguel, que podem durar eternamente como também podem ser rescindidos de uma hora para outra. Ainda mais se as cláusulas contratuais não forem revistas a cada período.

A vida é movimento. É mudança. E as relações devem acompanhar estas mudanças. O momento da paixão é necessário. É genético. É orgânico. Mas se vivêssemos de paixão eternamente, morreríamos de dor.

Apaixonar dói. Amar renova.

Amor verdadeiro [se é que existe] é renovável. Ecologicamente correto. Reciclável. Você separa as partes que podem ser recicladas e aquelas que demoram mais de 100 anos para se decompor. O universo entende.

As borboletas-monarcas foram meu achado. A migração desta espécie – que ocorre todos os anos - do México para os EUA, é épica. Envolve quatro [amigas, quatro!!!!]gerações de borboletas.

Quando a viagem termina, a última geração recebe um prêmio: vive por mais tempo... 07meses.

Enfim, Sophia saiu da terceira relação não-bem-sucedida. Enverga, mas não quebra.

Em nome das borboletas-monarcas, Sophia também quer receber um prêmio.

Qual? Somente o tempo irá dizer.

N.B: Em instantes a borboleta descola do chão, lançando-se no ar, podendo ser vista no jardim de alguém a beber néctar de uma flor, com o seu probóscide desenrolado, ou voando por cima das nossas cabeças à procura de um companheiro, para recomeçar todo ciclo novamente.

Recomeço. Sempre. Esmorecer? Nunca!